Olá, lojista!
Janeiro costuma ser um mês intenso no varejo infantil. É quando acontecem as compras mais evidentes do início do ano: peças básicas, reposições necessárias e escolhas feitas com certa urgência. Quando fevereiro chega, muitos lojistas sentem uma mudança no ritmo e, junto com ela, surge a sensação de que o movimento esfriou.
Mas a verdade é que as vendas não acabam em fevereiro — elas apenas mudam de lógica.
Nesse momento, o consumidor deixa de comprar por antecipação e passa a comprar por experiência real. A criança já está frequentando a escola, já entrou na rotina, já passou alguns dias usando as roupas novas. E é justamente aí que começam a aparecer novas necessidades, mais específicas e muito mais conectadas ao dia a dia.
Fevereiro é o mês em que os pais percebem, na prática, o que funcionou e o que não funcionou tão bem. Algumas peças são usadas com mais frequência, outras ficam de lado. A criança cresce, se movimenta mais, exige conforto. E tudo isso gera novas oportunidades de venda, desde que a loja esteja atenta a esse comportamento.
Um erro comum é esperar que o cliente volte espontaneamente. Em fevereiro, a venda precisa ser conduzida, não empurrada. É o momento de mostrar que a loja entende a rotina da família e consegue oferecer soluções que facilitam o dia a dia.
As vendas complementares ganham protagonismo. Peças extras para troca, conjuntos que evitam combinações difíceis pela manhã, roupas mais confortáveis para longos períodos fora de casa e opções versáteis para o pós-escola passam a fazer muito mais sentido do que novidades chamativas.
Quando o lojista consegue apresentar essas peças dentro de um contexto — explicando por que elas facilitam a rotina — a decisão de compra se torna mais natural. O cliente não sente que está comprando “mais do mesmo”, mas sim resolvendo um problema real.
O atendimento também assume um papel estratégico nesse mês. Perguntas simples, feitas no momento certo, abrem portas importantes:
Como está sendo a adaptação da criança?
As peças estão atendendo bem à rotina?
Já sentiu necessidade de mais opções para troca durante a semana?
Esse tipo de abordagem demonstra atenção, cria proximidade e transforma o atendimento em uma ferramenta ativa de vendas.
Fevereiro não é um mês de explosão de faturamento, mas é um mês decisivo para manter constância. Quem entende essa dinâmica constrói um fluxo de vendas mais estável, fortalece o relacionamento com o cliente e prepara o terreno para os próximos meses do ano.
As coleções Tileesul acompanham exatamente esse ritmo da rotina infantil, com peças pensadas para uso frequente, combinações inteligentes e vendas recorrentes ao longo do ano.
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Boas vendas!
Publicado em: 06/02/2026
Estratégias inteligentes para manter as vendas ativas em fevereiro no varejo infantil
Aprenda a montar um mix estratégico que gera vendas em qualquer época do ano.